MINISTRA DA AGRICULTURA PEDE PARA GISELE BÜNDCHEN ‘NÃO METER O PAU’

PRODUÇÃO AFINSOPHIA.

A linguagem tem suas explicitações semióticas, mas também suas ocultações semioticamente simbólicas que visam comunicar o que não se quer, porém querendo. Para Freud, o bom e velho ato falho. Digo o que não deveria dizer querendo dizer. Ou seja, me desoculto quando pretendia me ocultar. E o jovem e bom velho Freud, também não deixa barato a linguagem em sua anódina posição comunicacional. Para ele, em nosso cotidiano-comunicacional há muita revelações fálicas caracterologicamente pré-genitais.   

A ministra da agricultura, uma militante e proprietária ideológica do ruralismo privado, na gestão Bolsonaro não podia ser diferente, em entrevista afirmou que os que criticam o a gestão que faz parte são maus brasileiros. Não podia ser diferente II. Como partícipe de um grupo eleito com campanha Fake news, não pode mensurar a inteligência dos que não comungam com o tal ideário, que por serem autênticos democratas, não acatam o alopramento que é colocado contra o povo brasileiro. E mais, como trata-se de ataque à natureza, é contra o planeta em geral que todos que atingiram a condição superior de humanidade deve se engajar.

Por esse caminho, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, sabendo que a modelo internacional Gisele Bündchen é militante da causa do eco-sistema, a humana ecologia, o ethos do existir ontologicamente, pediu para a modelo ‘não meter o pau’ 

“Desculpe, Gisele Bündchen, você deveria ser nossa embaixadora e dizer que seu País preserva, está na vanguarda do mundo na preservação, e não meter o pau no Brasil sem conhecimento de causa”, disse a ministra.

E foi assim. Freud sorriu, e agradeceu a confirmação de sua tese sobre a linguagem-fálica. 

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *