PRODUÇÃO AFINSOPHIA

É fácil de entender e, constitucionalmente, impossível de aceitar. Quer dizer, aceitar todos que agem pelo desejo democrático. Os que se movimentam pelo pensamento do ideário-democrático.

O fácil entendimento. Lula foi julgado e condenado por Moro tendo como seu coadjuvante o TRF-4, que confirmou a condenação. Como até as pedras que não criam limo, porque rolam, sabem, Lula foi condenado sem qualquer prova. E como os juristas do Brasil e do mundo confirmam: o Sapo Barbudo foi condenado através de um plano, de continuação do golpe, para tirá-lo da disputa à presidência da República. O que aconteceu claramente, sem qualquer engano dos mais atoleimados. E na sequência Bolsonaro, candidato da extrema direita, foi eleito com forma de campanha eleitoral suspeita. Caixa 2 e usou fraudulento dos disparos do WahtsApp. E na sequência da sequência, Moro, ainda juiz, aceitou o convite para ser ministro da Justiça e começou a escolher seu acompanhantes.

Diante do ato, os advogados de Lula entraram no Supremo Tribunal Federal (STF) com pedido de habeas corpus para que o homem que causa mais inveja nas direitas, fosse libertado. Os advogados alegaram no  pedido, que a indicação de Moro mostra total parcialidade dele como, também, agiu “politicamente”.

Agora, pela tarde, começou o julgamento. Como já esperado os Ministro Edson Fachin e Cármen Lúcia, votaram contra a liminar a favor de Lula. Da sua parte a ministra disse que o fato de um juiz aceitar um convite do Executivo “não pode ser considerado por si sua parcialidade”.

Com placar de 2 a 0, o ministro Gilmar Mendes pediu vista e a sessão foi suspensa.

Assim, a luta da verdade de Lula continua, até que ele seja livre de uma condenação sem prova qualquer. É o anseia a democracia-real.