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Produção Afinsophia

As notícias políticas sobre a agenda de Lula, da relação Toffoli X Lava Jato, a letargia do povo brasileiro são muito importantes neste momento. Elas sobressaem e devem estar no topo das informações porque a situação do Brasil com esses golpistas não deve ter trégua.

A Coordenadora Geral da Asprom-Sindical, professora Helma Sampaio já se pronunciou oficialmente sobre a manifestação e paralisação de hoje, dia 04 de julho e queremos fazer uma tratativa crítica do comportamento e da consciência de classe dos professores da SEMED-Manaus. 

A ASPRON-Sindical com apoio de professores e professoras da base da categoria pleiteiam junto à Prefeitura reajuste salarial da data base de 10% contrariados com os 3% concedidos desde novembro do ano passado. Além do reajuste de 10% constam 18 reivindicações como, 100% no vale alimentação, HTP para os professores do ensino fundamental, reajuste no auxilio localidade dentre outros benefícios.

A Asprom-Sindical vem negociando com a SEMED e não obteve até hoje nenhuma contraproposta. 

O Sindicato em Assembleia Geral não capitulou e decidiu continuar na luta e marcou para o dia 04 de julho um ato público com paralisação no retorno das aulas num gesto de desafio ao prefeito e sua Secretária de Educação. Professores visitaram escolas,  e as redes sociais foram utilizadas nessa convocação.

Deu chabu. Compareceram ao ato uma média de 100 professores. Houve até quem ficasse contente. Que estava bom, pois se todos os 12 mil comparecessem seria a revolução.

Os professores que não compareceram, que não foram reivindicar seus direitos fazem parte dos Neymarkenting e Titemarkenting. Seres insignificantes do ponto de vista moral e intelectual. Uns aproveitadores do dinheiro que o capitalismo oferece para eles. Para os professores, a insignificância do ser trabalhador, personagem protagonista que pode modificar mentes, comportamentos, mas que está anestesiado pela incapacidade cognitiva de perceber que se não tiver luta numa sociedade antagônica não se obterá vitórias. 

O professor de História Ian Lemos, de Caruaru, Pernambuco, observando o número chabu de professores resumiu sua fala: só com a luta construímos leis.

Os professores que não compareceram estão satisfeitíssimos com as leis que não foram construídas por eles. A Secretária de Educação Kátia Serafina disse que foi feita uma pesquisa e o grau de contentamento dos mesmos é altíssimo (Deus). Se é altíssimo não tem porque lutar.

Muitas escolas funcionaram, outras simularam, e grupos de professores decidiram não retornar às escolas no dia de hoje.

É um número insignificante para um quantitativo de 12 mil professores. Muitos deles lamurientos, que reclamam da estrutura da escola, da falta de segurança, que reclamam dos estudantes, alguns que tem prazer de reprovar, que querem receber o FUNDEB, que reivindicam licença prêmio que agora foi cancelada e há critérios para obtê-la. Pois são esses professores que reclamam de tudo que lá na frente da prefeitura não participaram de uma demarcação de território frente a um prefeito incapaz, valente com o vice presidente yank, no twiter, mas descompromissado com a educação, assim como todos os professores faltosos a esse encontro público, na Avenida Brasil.

Hoje a comissão de negociação foi chamada ao Gabinete do prefeito e pré-agendaram uma reunião com o twiteiro dia 11.07.2018. Os presentes decidiram marcar uma nova manifestação para essa data. O horário ficou de ser confirmado. Alguns já vaticinaram, chabu à vista!