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Os rodoviários quando decidiram voltar ao trabalho no sábado foi para que as negociações com a prefeitura e o SINETRAN prosseguissem. Como isso não aconteceu  e a Justiça do Estado do Amazonas decidiu punir os rodoviários a greve  será retomada nesta segunda feira com a circulação de apenas 30 a 50% da frota.

Uma decisão judicial tomada na tarde deste domingo mexeu com a categoria. O Tribunal de justiça do Estado do Amazonas, através do juiz plantonista Antônio Gonzaga acatou um pedido dos Ministério Público do Amazonas e determinou que 75% da frota circule na cidade e multa de R$ 1 mil reais para motoristas que não trabalhar.

O juiz plantonista foi orientado pela promotora Sheyla Andrade que reconsiderasse a decisão para evitar uma nova greve nesta segunda-feira como anunciou a categoria.

Há pedidos de investigação por parte da Polícia Civil contra a diretoria do Sindicato e até ameaça de prisão do presidente Givancir Oliveira que questiona a decisão tomada pela justiça por ser “controversa”. Ele diz que a justiça tem que notificar cada motorista, cada um na sua casa. Nós entendemos que isso não cabe à justiça comum, no entanto, vamos recorrer da decisão, declarou o rodoviário.

Essas ameaças  tem fundamento porque o prefeito da não cidade de Manaus Artur Neto, telefonou para o governador Amazonino Mendes pedindo apoio. Amazonino, segundo Artur, determinou que o governador em exercício, Flávio Pascarelli faça a cidade funcionar. Que não quer ver a cidade parada na segunda-feira. Artur disse que a brincadeira de mal gosto acabou. Quem quiser pagar para ver que pague. Vamos estar esperando. Para Givancir, Artur Neto está desesperado.

O desafio está dado. Vamos ver quem vai andar mais envergado.