GRVE DE 48 HORAS DO FUNCIONALISMO PÚBLICO DO CHILE

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Como rejeição ao ajuste salarial apresentado pelo governo do presidente Piñera os trabalhadores públicos do Chile deflagram uma paralisação de 48 horas. Os membros dos três principais sindicatos como Associação Nacional de Empregados Fiscais (ANEF), Colégio de Professores e a Federação Nacional de Profissionais Universitário de Serviços de Saúde param por completo o país.

“O que o governo está propondo mal representa 3% de aumento real e não se ajusta ao 6,5% de crescimento da economia previsto para este ano”, analisou Raúl da Ponte, líder maior da ANEF.

Por sua vez, Nuly Benítez, vice-presidenta da ANEF, disse que é preciso que o funcionalismo público se defenda contra possíveis demissões impostas pelo governo Piñera.

“Para a greve, com força; não permitamos que nossa gente seja jogada à rua”, disse Benítez.

Os representantes dos sindicatos denunciaram a prisão na segunda-feira de um grupo de dirigentes sindicais que apoiava trabalhadores que estavam ameaçados de denissão.

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