MOVIMENTOS CONTRA O DEPUTADO NAZI/RACISTA JAIR BOLSONARO CRESCEM EM TODO O BRASIL

Embora diga que não tem medo de perder o mandato de deputado federal e que ande exibindo espetáculo de fanfarronice, dizendo que “o soldado que vai à guerra e tem medo de morrer é um covarde”, o deputado nazi/racista Jair Bolsonaro (PP/RJ) vem demonstrando muita preocupação com a armadilha que armou para si próprio, em mais uma de suas destemperanças ao chamar os negros de promíscuos quando da resposta à cantora e apresentadora Preta Gil.

Preocupado, o deputado nazi/racista tentou emendar sua armadilha, recorrendo à descaracterização do que falou à Preta Gil. O embusteiro deputado nazi/racista afirmou que não entendeu a pergunta e no lugar da palavra negra ouviu gay. “Se seu filho de apaixonasse por uma negra?” Embuste total. A sonorização e a grafia/fonemática /negra/ é totalmente diferente, de /gey/. Como não conseguiu convencer ninguém, e muito menos a si mesmo, ao sentir que não pegava, mudou o embuste. Afirmou que houve problema de edição da produção do programa.

Mas agora, todos esses embustes pouco importam. As entidades que viram nas declarações do deputado nazi/racista propósito ofensivo, estão se movimentado para que a Câmara dos Deputados tome medida para que o antidemocrata seja processado por quebra de decoro parlamentar.

Cada vez que ele se defende complica mais a situação jurídica”, analisou o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seção Rio de Janeiro, Wadih Damous, que encaminhou uma representação à Corregedoria da Câmara dos Deputados para que seja aberto um inquérito por quebra de decoro parlamentar contra o nazi/racista.

Falando sobre as declarações persecutórias do deputado, que, envolto na névoa do medo revelador, desqualificou homossexuais e negros, o presidente da OAB/RJ disse que “o teor foi altamente ofensivo”.

As declarações têm um teor altamente ofensivo de cunho racista e homofóbico. O deputado deixou explícita a hostilidade a esses setores da sociedade brasileira. Ele manifesta ódio e desqualifica aquele ou esse grupo da população. Parece-me que isso não condiz com as responsabilidades de um parlamentar”, afirmou Damous.

Por sua vez, o Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (CNCD/LGBT), vinculado à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH), divulgou nota pedindo que a Procuradoria-Geral da República instaure “investigação criminal para apuração para apuração do crime de racismo e injúria e difamação contra a população de mulheres e LGBT”.

Já o Movimento Negro e associações defensoras de igualdade racial se manifestaram, condenando as declarações do deputado nazi/racista.

Todos pretendem tomar posição para que ele não saia desse episódio sem nenhuma punição.

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