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@“NÃO HÁ SINAIS DE QUE A CRISE TENHA SERVIDO PARA REPENSARMOS A ORDEM ECONÔMICA MUNDIAL”, disse Lula, ao Fórum Econômico Mundial, através de seu chanceler Celso Amorim. Para Lula, a ordem econômica mundial continua a mesma, “com seus métodos, sua pobre ética, seus processos anacrônicos”. E pergunta: “Quantas hecatombes financeiras teremos que suportar até decidirmos fazer o que é mais óbvio e correto?” Ainda como parte de seu discurso, Lula afirmou: “O Brasil provou aos céticos que a melhor política de desenvolvimento é o combate à pobreza. Na crise, ficou comprovado que são os pequenos que estão criando a economia de gigante do Brasil”. I inda tem francês…

@JOSÉ CELSO MARTINEZ CORREA ESTÀ NOVAMENTE NO PALCO. Foi só receber alta, o teatrólogo, ator e ativista político-estético, hoje, sábado, dia 30, e amanhã, domingo, dia 31, nos dias 6 e 7 de fevereiro, ele estará no Teatro Oficina Uzyna Uzona, com o espetáculo Taniko – O Rito do Mar, que é tido pela companhia como Nô Bossa Nova Tranzênico, sob direção do inquieto José Celso. Arte do teatro Nô japonês do século XIV, ela foi musicalizada e encenada em 2008 para as comemorações dos cem anos da imigração japonesa no Brasil. Conta a história de uma viagem que começa em Kobe, no Japão, e termina no porto de Santos, depois de um jovem executar um ritual de passagem. I inda tem francês…

@“GOSTARIAMOS DE DIZER O QUANTO SENTIMOS A FALTA DELE aqui, mas, por outro lado, o Fórum tem sido privilegiado em sua longa tradição de receber uma forte liderança empresarial do Brasil e também de seu governo”, discursou Klaus Schwab, presidente do Fórum Econômico Mundial, lamentando a ausência de Lula no Fórum. A ausência de Lula também foi sentida em Davos, porque ele foi escolhido para receber pela primeira vez o Prêmio de Estadista Global. Com sua ausência, coube ao chanceler Celso Amorim receber das mãos do ex-secretário geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Kofi Annan. I inda tem francês…

@“VIRGEM EU, COM ESSA CARA? NÃO SOU”, respondeu, em um patê pão com internautas, a estudante Geisy Arruda, que foi discriminada por estudantes e a reitoria da Uniban, na cidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo, porque foi ao estabelecimento de ensino com um vestido curto. O que lhe rendeu perseguição e expulsão da universidade. Como o caso lhe proporcionou uma certa publicidade, Geysy Arruda tem sido sempre convidada para participar de eventos, principalmente televisivos. Por conta da fama, desfilará no Carnaval do Rio de Janeiro, pela Escola de Samba Porto da Pedra, como personagem a rainha Elizabeth I, que foi também discriminada, mas porque, ao ser coroada, não era casada. Daí foi chamada de “rainha virgem”. I inda tem francês…

@“A RETÓRICA E BONS MODOS NÃO BASTAM PARA OCULTAR os feitos que pouco mudou no império no último ano”, afirmou Ricardo Alarcón, titular do Parlamento cubano, ao conversar com as autoridades norte-americanas sobre os relacionamentos entre Cuba e os Estados Unidos na questão das migrações. Para Alarcón, é preciso que Obama tenha gestos concretos e mais significativos. Ele exigiu que Obama liberte “imediatamente e sem condições” Antonio Guerrero, Fernando Gonzáles, Gerardo Hernández, Ramón Labñino e Renê Gonzáles, que são considerados em Cuba heróis, e que estão detidos em Miami desde 1998, suspeitos de serem espiões do governo cubano. O que Cuba nega, afirmando serem eles agentes em serviço encarregados de vigiar os grupos oposicionistas a Fidel e Raul. I inda tem francês…

@“OITENTA POR CENTO DAS MÍDIAS VENEZUELANAS SÃO PRIVADAS E EM GUERRA ABERTA AO GOVERNO. Não fazem informação, fazem guerra”, afirmou o ex-diretor do jornal Le Monde Diplomatique, jornalista Bernard Cassen, no Fórum Social Mundial Temático na Bahia. Para ele, as mídias deixaram de lado a informação, se transformando em “arma ideológica e política, abandonando toda a fachada do pluralismo”. Segundo Cassen, as mídias são atores econômicos da globalização liberal, além de vetores ideológicos das políticas neoliberais. Exemplos podem ser encontrados nos países França, Alemanha, Itália e Brasil, em que há uma grande concentração de poder midiático. “É um fenômeno mundial”, disse. E nada tem a ver com os jornalistas que pagam um preço muito alto. Muitos estão desempregados, e outros sofrem perseguições. Para ele, a única saída política contra essa tirania midiática é através da educação, que pode formar leitores, espectadores e ouvintes críticos. “Nas escolas oferecer ensinamentos críticos sobre as mídias, desmontar a desinformação e a manipulação. Isso tem que ser ensinado, dar armas para não se deixar levar pelas mídias. Os movimentos sociais, por meios de publicações, também tem seu papel na educação para adultos”. I inda tem francês…

Vamos que vamos!

Vamos, vamos!

O que não nos leva!

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