ARRUDA É FILMADO RECEBENDO PROPINA

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Não matei, não roubei, não desviei dinheiro público”, proferiu Arruda, chorando na tribuna do Senado, tentando se defender quando foi acusado junto com Antônio Carlos Magalhães – o Toninho Malvadeza, uma das personagens mais grotescas produzidas pela ditadura – de fraudar o Painel Eletrônico do Senado.

Passados alguns anos, Arruda, agora como governador do Distrito Federal pelo DEM, partido remanescente da ditadura, afirmou em entrevista que, na época do Painel, era um ingênuo, não entendia nada da política brasileira, mormente de Brasília. Mostrou-se um homem honesto que havia sido surpreendido pelas adversidades das tramas dos crápulas que infestam o Congresso Nacional.

Mas eis que vem a público um contagiante episódio de corrupção em seu governo, mostrando não só seus secretários recebendo propina, mas também o próprio “ingênuo” Arruda. Vídeo mostra o bom pefelista se locupletando com dinheiro público.

Agora, pego com a mão na grana, será que Arruda vai recorrer ao chavão “Não matei, não roubei, não desviei dinheiro público” para provar sua inocência?

E saber que arruda é uma planta tão eficiente para o tratamento de diversas enfermidades, mas que é ineficaz para tratar quem carrega seu nome. Coisas dos homens que invejam as potências dos vegetais.

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