A SEMED E O CONTO DA ESCOLA ESCOLADA

Quando a Prefeitura de Manaus, por secretarias suas, como a SEMED, vem fazer justificação para o pagamento de empreiteiras no primeiro semestre da gestão Serafim, que deveriam construir escolas, mas que nenhuma construção existia, pode-se afirmar que essa nefasta prática existia antes e que continuou existindo na atual gestão. Um ex-diretor da SEMED afirma que deu entrada num processo no Ministério Público Estadual (MPE), processo 3205/2007, justamente contendo um ponto sobre a ineficiência de fiscalização das obras da Esc. Mul Emanuel Rebelo da Cunha pelo órgão responsável, no caso a SEMOSBH.

Numa outra denúncia contra a SEMED, professor afirma que ao comparecer ao Setor de Lotação para ser lotado numa escola municipal conforme a sua função, que era a de professor de 1ª à 4ª séries, acabou sendo lotado numa escola que estava em construção (segundo lhe informaram) da qual ele nunca soube sequer o endereço. Ao comparecer à Gerência Distrital (Zona Leste) da referida escola (Esc. Municipal Ana Cristina), já com o ano letivo adiantado em andamento, foi constrangedoramente encaminhado para realizar serviços burocráticos na secretaria de uma outra escola (Esc. Mul Ednir Telles, justamente a que vereadores da CMM e secretários da Prefeitura se encontram hoje), acarretando a suspeita do que é comumente chamado de “desvio de função”. Mesmo não tendo entrado com processo, o professor afirma que tem os documentos para comprovar essas irregularidades.

Parece que a corrupção envolvendo a falta de fiscalização de obras passa pelo processo administrativo atual, que não percebeu as mudanças necessárias de cargos históricas nos órgãos municipais, e que, pelo último caso principalmente, trata o funcionalismo público com subalternidade. Parece que a observação atrasada em órgãos municipais de questões como essas são a prova de que os governos em nada se modificaram em sua essência. Talvez na próxima…

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